Mês: junho 2012

O conceito de morar bem sempre nos remete ao tamanho do espaço, ao conforto, beleza e à localização. Para algumas pessoas, ter janelas enormes, varandas por todos os lados, muitas plantas, árvores e jardins significa o sonho realizado.

Morar bem é chegar, se acomodar e não querer mais sair de casa. Ignorar o ronco do motor, os apitos das sirenes e a buzina dos carros. É abrir a porta depois de um longo dia de trabalho e pela manhã sentir o sol invadir todos os quartos. É receber amigos, filhos e netos mesmo que o espaço seja pequeno.
Afinal, morar bem pode ser também romper paredes e integrar a cozinha com a sala de estar. Fazer do local um ponto de encontro onde os pratos possam ser preparados, enquanto se tricota um bom bate-papo. Tirar as TVs dos quartos e juntar todo mundo na sala. Nada melhor que uma grande platéia para ver um bom filme ou uma frenética torcida na hora do futebol.

Tem gente que aposta na simplicidade, mas há quem não abra mão dos ambientes requintados e sofisticados. Gosto muito do que é belo, desde que esteja aliado à praticidade.

Querer a casa para si, não para ser elogiada. Misturar objetos modernos àqueles de valor estimativo, que ganhamos em datas especiais ou que nos remetem a lembranças do passado. Coisas simples, como peças sacras, caixinhas, porta-retratos e latas. O resultado é personalizado.

É isso. Podemos morar bem onde moramos. Olhe para sua casa. Você gosta dela? Sabia que a gente pode aprender a amar o que tem? Do contrário, mãos à obra. Escute seu coração e mude o que pode ou precisa. Não tem erro. O importante é ser feliz!

As portas têm o importante papel de delimitar o espaço privado do público – e também de apresentar aos visitantes o estilo dos moradores da casa!!

Já se foi o tempo em que as portas interpretavam um papel de coadjuvante nos projetos de arquitetura. Hoje, elas não só são só da fachada, como também uma protagonista cada vez mais ousada.

Como se fossem o “cartão de visitas” dos proprietários, revelam o estilo e também dão pistas da personalidade da família.

No projeto de uma casa ou apartamento, a porta costuma fazer parte da etapa da marcenaria. Como podem haver algumas modificações durante o projeto, ela fica para o final. Isso porque ela deve estar em harmonia com o todo!

Porém, há outra opção, menos comum: fazer da escolha da porta o pontapé inicial de um ambiente.

Isso acontece quando você pensa em colocar na casa uma porta especial. Para tanto, é preciso garimpar, preparar o vão, prestar atenção na qualidade da madeira, ferragens, dobradiças e no alinhamento da porta.

Formas inusitadas, com inspiração em objetos do dia a dia, elementos da fauna e flora, partes do corpo humano, entre possibilidades infinitas que habitam o imaginário, agora dão nova cara a peças do mobiliário, para trazer à decoração dos ambientes um clima bem-humorado e carregado de personalidade. Brincando com o design, unindo criatividade à sofisticação, móveis com esta proposta atendem a vários estilos e idades, e caem bem em vários ambientes.

Um ar de ludicidade, descontração, informal e despojado, solto, referindo-se à identidade dos donos da casa, são efeitos que inspiram os móveis de design inusitado.

 Mais que uma tendência, essa inspiração vem desde antes com os móveis chineses lembrando dragões, ou os desenhos africanos. Existem as peças que tem a forma mais óbvia, e outras que a referência vem de uma forma mais sutil.

Tanto a sala de jantar quanto a de estar são ambientes utilizados por todos os moradores da casa. Nada melhor, então, do que uni-las e criar um espaço único para a reunião familiar. A integração dos recintos os torna mais aconchegantes e pode ser uma boa alternativa para apartamentos ou casas pequenas, otimizando a distribuição da casa. Não é necessário, porém, se preocupar com tamanho, já que não há uma medida ideal e nem uma medida mínima para os projetos.

A ideia de interação ganhou força justamente pela possibilidade de unir ambientes pequenos, o que pode acolher mais funções e pessoas. Mas isso não significa que salas amplas não fiquem bem integradas.

 Os espaços precisam seguir a mesma linguagem, o mesmo estilo. Lógico que dá para ousar, mas nunca alterar estilos, porque você poderá excluir a ideia de interação.

Os móveis e objetos decorativos também devem seguir a linguagem escolhida, seja contemporânea ou rústica, por exemplo.