Baú – passado presente

Especiarias, mantimentos, tecidos, roupas, objetos de uso pessoal. No passado, os baús carregavam todo tipo de mercadoria dos viajantes, nas mais diferentes rotas. Muito antes de mesas, tamboretes e camas desembarcarem por aqui, eram os baús os primeiros “móveis” a chegarem com os estrangeiros. A variedade de modelos era imensa. O que varia é a forma e o uso específico.

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Enquanto o baú tem o tampo abaulado, a caixa possui linhas retas. Com o tempo, mesmo os modelos com tampo reto passaram a ser chamados de baús. Muitos traziam monogramas ou brasões, para deixar claro a quem pertenciam.

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Os baús que guardavam enxoval dos noivos, por exemplo, tinham desenhos singelos, guirlandas e pombos entrelaçados, expressando romantismo e afeição. Em casa ou no local de destino, depois de uma viagem, eles eram colocados sobre pedestais, para evitar o contato com a umidade do chão ou com a água da limpeza.

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Existem ainda os chamados baús de ofício, usados para guardar ferramentas. Quando são de marceneiros, chamam a atenção pela qualidade e o cuidado com que foram feitos, expressando todo o orgulho desses profissionais por um trabalho tão artesanal. Outra curiosidade: por guardar muitas riquezas, esse móvel popular originou a conhecida expressão “golpe do baú”, em referência aos espertalhões de plantão pela vida afora.

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Usar os baús no ambientes, além de poupar os armários, dão charme extra onde colocados.

Eu não me canso de buscá-los. Adquiro quantos puder. Acha-los é um deleite; trazê-los a público, uma alegria.

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