Será que eu tenho estilo?

Se você não é a Alexa Chung nem a Iris Apfel, eu tenho certeza que você já deve ter se feito a fatídica pergunta: Será que eu tenho estilo?

A resposta é simples:

Todo mundo tem estilo!

Mas eu entendo que neste mundo cheio de referências e influências em que a gente vive, muitas vezes é difícil identificar seu estilo pessoal.

Então, se você adora um milhão de estilos diferentes mas tem dificuldade em encontrar aquela mistura especial que reflete a sua personalidade ou sabe do que gosta mas não sabe como traduzir esse estilo na decoração, esse post é pra você!

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1. Comece respondendo estas perguntas:

Eu sou minimalista ou maximalista? Se reconhecer como minimalista ou maximalista tem a ver com a sua visão de mundo.

A visão de mundo da pessoa minimalista é que para viver bem ela só precisa do essencial.

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Já a pessoa maximalista sente prazer em se cercar de coisas bonitas, mesmo que elas não cumpram uma função específica.

Ao contrário do minimalista que se sente oprimido pelos objetos, o maximalista sente que os objetos são seus amigos. Ele precisa de “coisas” para se sentir acolhido.

Entender se você prefere uma casa com menos “coisas” ou um visual mais, digamos, exuberante é fundamental para guiar suas escolhas de decoração, desde a paleta de cores até o acabamento dos móveis.

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Que tipo de materiais me atraem?

Observe as escolhas que você fez na sua casa e suas imagens de inspiração e responda:

Como são os acabamentos dos móveis? São macios e estofados com muitas curvas ou são “secos”, lisos e com linhas retas.

As superfícies são rústicas e opacas, como na madeira de demolição, ou são high-tech e brilhantes como na laca? Você é mais atraída por estampas geométricas ou florais?

Conhecer as texturas que te atraem vai te ajudar a fazer escolhas e misturar peças com segurança.

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Como meus ambientes favoritos fazem eu me sentir?

As respostas das perguntas 1 e 2 começaram a formar uma história, percebeu?

Dedique um tempo para analisar suas imagens de inspiração e procure associar sensações a elas.

Esses ambientes te fazem sentir relaxada ou sofisticada ou animada?

Descobrir as emoções por trás das suas escolhas vai te ajudar a entender a diferença entre um estilo que você acha bonito, mas nunca usaria na sua casa, e o estilo que verdadeiramente te representa.

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2. Faça uma lista das coisas que você ama

Esqueça a decoração por um momento e foque nas coisas que você ama. Quais são suas roupas preferidas, aquelas que te deixam poderosa? Você ama ou odeia perfume? Na hora da maquiagem prefere olhão ou boquinha? Qual foi sua viagem inesquecível? E aquela cidade que você sonha em visitar? Filmes e músicas favoritos? Como eles te fazem sentir? São comédias românticas ou suspenses? Qual é seu restaurante favorito? Como é a decoração lá? Que tipo de móveis? O clima é formal e sofisticado ou informal e descolado?

Quando você pensa na casa dos seus amigos, qual mais chama a sua atenção?

Por que? O que ela tem de diferente?

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3. Escolha com o coração

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4. Faça um moodboard

Moodboard é uma colagem de imagens que traduz visualmente a atmosfera, o “clima” (mood) transmitido por um ambiente.

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5. Identifique o que tudo isso tem em comum

Depois que você fizer os 4 passos acima, você vai perceber que suas respostas começam a contar uma história. A SUA história.

Você vai notar que padrões irão surgir, algumas referências serão dominantes. Podem ser referências de cores, texturas, materiais e até sensações. Procure por palavras que descrevam esses padrões.

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Faça uma lista e use estas palavras para descrever seu estilo de decoração.

Precisa de inspiração? Aqui vão algumas para te ajudar, mas não se prenda a elas!

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