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Ponto focal na decoração: O que é e para que serve?

Ponto focal na decoração: O que é e para que serve?

O Ponto Focal é um elemento que captura a sua atenção, assim que você entra em um ambiente.
Para que serve o Ponto Focal?
Para deixar sua decoração mais interessante e com a sua cara.

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Exemplos de Ponto Focal
Parede colorida

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Parede com cores ou com revestimentos usada como ponto focal na decoração.

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Estante bem arrumada

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Um estante bem decorada e organizada é um ponto focal fácil de criar e de alto impacto. 

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Composição de quadros

Use seus quadros para transformar uma parede sem graça em galeria. 

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Vista da janela

Uma vista incrível é um ponto focal natural.

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Agrupamento de móveis e objetos decorativos

Crie um ponto focal agrupando um móvel pequeno + luminária + livros + planta + objetos decorativos. 

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Em salas pequenas é comum que a TV seja o ponto focal.
Nestes casos você tem 2 caminhos:
1. Assumir e dar destaque à TV como ponto focal instalando um painel ou aplicando um revestimento especial à parede.

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Se a sua sala é pequena e você ama ver TV, assuma o equipamento como ponto focal. 
 
2. Camuflar a TV usando prateleiras, quadros, plantas e objetos decorativos.

Se você não quer que a TV seja a estrela da decoração, use prateleiras e objetos decorativos para camuflá-la. 

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Escolha a opção que funciona para o SEU estilo.

Como decorar a casa para a primavera

Cores, frescor e dias ensolarados. A primavera vem chegando e o clima do lado de fora se transforma completamente. Dentro de casa, vale fazer pequenas mudanças para entrar no mesmo alto astral da estação.

E isso vai além de colocar arranjos de flores nos ambientes.

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Confira as dicas:

Cores nas paredes

Não é tão simples, mas mudar a cor de uma das paredes adicionando tons alegres e vibrantes transforma completamente a decoração. Um pouco mais práticos, os papéis de parede desempenham bem essa função.

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As flores ajudam na atmosfera fresh e divertida.


O acessório é uma alternativa ótima para mudar a decoração gastando pouco.

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A boa dica é trocar as capas das almofadas por modelos com cores mais claras e alegres.

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Cortinas
 
Para permitir que a luz do sol entre nos ambientes criando espaços mais aconchegantes, vale investir em cortinas de tecidos mais leves e claros. Elas permitem o controle suave da incidência de luz natural. 

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Ou vá sem cortina, se o ambiente permitir.

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Floresta Urbana
 
Entre na tendência das florestas urbanas, enchendo a casa de plantas e criando um refúgio particular – ótimo antídoto às rotinas estressantes.

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Todo mundo pode criar uma conexão com a natureza em casa, seja em varandas, quintais, ou até mesmo num jardim vertical na sala. O importante é ter criatividade e procurar as espécies e tamanhos que combinem e funcionem em cada espaço.

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Flores
 
Elas não podiam ficar de fora, claro! Marca registrada da primavera, as flores dão um up instantâneo na decoração.

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Para criar os arranjos florais, é preciso ficar atento ao estilo do décor e avaliar as condições do ambiente em relação a ventilação, intensidade de sol, sombra, etc.

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Área externa

Para os privilegiados que têm uma varanda, mesmo que seja bem pequenina, hoje trazemos ideias e sugestões de estéticas, mobiliários e acessórios de que pode dotar esse espaço para melhor o desfrutar na primavera que já cá está, e até no verão que vai chegar. Venha respirar o ar puro e inspirar-se para preparar a sua varanda para a primavera!

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Jardim Suspenso – Ideias, dicas e inspirações!

Os jardins existem desde os tempos antigos e há muitos séculos são usados como forma de agregar valor e beleza. Hoje em dia, com o tamanho dos apartamentos, fica cada vez mais complicado inserir projetos de jardins nos ambientes sem comprometê-los ou perder muito espaço. Com isso, alguns estilos de jardim passaram a ser mais utilizados, como os de inverno e também o jardim suspenso.
O jardim suspenso vem sendo cada vez mais utilizado, e se você está busca um modelo de jardim que não ocupe espaço e traga charme e vida ao seu ambiente, esse post é para você!

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Vou falar um pouco do que é o jardim suspenso, dar dicas de como começar o seu próprio e compartilhar ideias, estilos, modelos e inspirações. Vamos conferir?

O que é o jardim suspenso?
Quando falamos de jardim suspenso, é bem provável que a primeira coisa que nos venha em mente são os Jardins Suspensos da Babilônia, que é uma das sete maravilhas do mundo antigo. Eles são considerados como “suspensos” por estarem acima do chão, e o mesmo princípio funciona para os jardins suspensos de hoje.

O jardim suspenso é aquele no qual as plantas não são colocadas no chão, e são suspendidas ou distribuídas verticalmente pela parede, também conhecido como jardim vertical. É uma excelente pedida para os amantes de plantas que moram em apartamentos pequenos e sem espaço. E acredite: é possível criar um jardim suspenso maravilhoso, diversificado e bastante criativo.

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Dicas para criar um jardim suspenso

Busque espaços claros
Na hora de escolher aonde o seu jardim vai ficar, leve em conta a iluminação natural do espaço. Pode ser mais complicado encontrar plantas para o seu jardim se ele não tiver uma iluminação natural boa ou suficiente, e isso vai restringir suas opções.

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Pesquise as plantas previamente
Antes de montarmos qualquer jardim ou de comprarmos qualquer planta, precisamos saber quais cuidados são necessários e específicos da planta que estamos comprando, quanto de luz ela precisa diariamente, tipo de adubo, quantidade de água e etc. São muitos detalhes que vão fazer a diferença entre ter um jardim lindo e vivo, e um jardim sem graça e apagado.
Portanto, tire todas as suas dúvidas antes mesmo de colocá-lo em prática: pesquise na internet ou pergunte em floriculturas para pessoas que conhecem de plantas.

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Combine seu jardim com o projeto do seu espaço
É muito provável que você decida montar um jardim suspenso depois de já ter decorado o espaço no qual ele vai ficar. Se for o caso, lembre-se de que jardim, mesmo pequenos ou suspensos, podem variar em estilo. Portanto, tenha certeza que a disposição que você escolheu, assim como as plantas e os vasos, estejam de acordo com o estilo do seu espaço.

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Jardins em quadros
Já pensou em quadros que ao invés de pinturas tivessem plantas? Alguém já!  O resultado é lindo, e além de trazer vida para o seu espaço, funciona também como uma decoração. Lembre-se de escolher uma moldura que combine com o seu estilo.

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Os blocos cerâmicos são bem similares aos blocos pré-moldados, entretanto o custo é mais baixo e a resistência também. Em ambos os casos, é necessário escolher as plantas para o jardim vertical com cuidado. As plantas serão plantadas juntas por bloco, então é necessário escolher espécies que não sufoquem umas as outras.

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Outra opção de instalação é o jardim WallGreen, que consiste num sistema modular de nichos com encaixe para os vasos. Como as plantas são plantadas em vasos separados, não há tanta preocupação com a disposição delas. Dá para usar espada de São Jorge e outras plantas da moda.

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Uma opção bastante acessível para jardins verticais menores são os vasos de paredes sob uma base de madeira ou em treliças metálicas. Com esse tipo de modelo, você pode regar as plantas de forma manual, pois são menores e pode regular a quantidade da rega. Utilizando modelos sustentáveis, você pode fazer jardins verticais com pallets e vasos de parede em sua varanda.

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O jardim vertical feito de vasos é uma forma criativa de aproveitar o espaço. 

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Algumas são bem simples de colocar em prática e dá para a gente mesmo fazer, não é mesmo? E para quem mora em apartamento pequeno, é uma ótima pedida, pois as plantas trazem uma sensação de vida e frescor que faz com que a nossa percepção do espaço mude.

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CASAS QUE ROUBAM ENERGIA E CASAS QUE CRIAM ESTABILIDADE EMOCIONAL: QUAL É A SUA?

Os espaços em que nos movemos têm uma enorme influência sobre o nosso humor, percepção e mesmo em nossas decisões cotidianas, embora quase nunca estejamos conscientes disso.

No entanto, é possível apreciar, por exemplo: grandes quartos com tetos altos promovem a criatividade, quartos frios geram um distanciamento emocional e móveis com bordas arredondadas transmitem confiança e calor.
Por isso, o desenho de interiores é de importância transcendental que vai além do simples aspecto estético. E, dependendo dos móveis e decoração que temos escolhido, a nossa casa pode gerar estabilidade emocional ou, ao contrário, podem desencadear lembranças ruins e roubar pouco a pouco nossa energia.

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Nos últimos anos, os Estados Unidos desenvolveram um novo campo chamado Psychology of Design (Psicologia do Desenho) junto com Psicologia das Cores tem foco na análise das respostas emocionais das pessoas para diferentes ambientes e cores, a fim de criar espaços que fazem sentir, de verdade, como em casa.

Neste caso, o desenho emerge a partir de uma série de entrevistas com psicólogos e designers feitas sobre a história do ambiente de clientes. Dessa forma eles conseguem entender as experiências e emoções que fazem parte de seu “lugar ideal”.
Assim, esses profissionais podem recuperar, por exemplo, detalhes cromáticos que nós associamos com bons momentos da nossa infância, ou detectam móveis que nos fazem sentir confortáveis, porque nos recordam de algumas das coisas que amamos.
Psicologia do desenho vai um passo além da estética, não é simplesmente para combinar luzes, formas e cores com a arte, mas para obter que pessoa se identifique imediatamente com o meio ambiente, que experimente a sensação visceral de estar em casa.

Assim, a casa se converte em uma fonte de inspiração, segurança e tranquilidade, um pilar básico para a nossa estabilidade emocional.

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Claro, a Psicologia do desenho também leva em conta o nosso temperamento e personalidade. Na verdade, geralmente as pessoas que redecoram uma casa é porque eles estão passando por um período de transição, ou porque tenham casado, divorciado, ter mudado de emprego ou mudou-se para uma nova cidade.
Portanto, não se trata apenas de remoldurar o passado, mas também olhar para a frente e entender o que o novo “eu” deseja projetar essa nova pessoa em seu lugar.

Os Profissionais de Psicologia do Desenho são conscientes de que a decoração inadequada pode nos roubar energia ao reativar lembranças desagradáveis que nos fazem sentir mal.
Na verdade, nossas memórias e impressões das casas ou espaços em que vivemos experiências que tiveram um grande impacto emocional são continuamente reativadas a partir de pequenos detalhes, como um simples cheiro, uma cor ou uma forma determinada.

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Do ponto de vista neuropsicológico, o que acontece é que quando codificamos as nossas experiências em certos circuitos neurais da nossa memória, as respostas físicas relacionadas a essas experiências também foram gravadas em nossa psique.
Por isso, os sentimentos associados a essas experiências, positivas ou negativas, são reativados quando estamos em ambientes vagamente semelhantes.
Além disso, foi descoberto que tendemos a reproduzir inconscientemente alguns detalhes de nossos ambientes da infância, como o estilo de decoração de casa em que nós crescemos ou a escolha de alguns tipos de móveis.
O problema é que às vezes esta reprodução desperta experiências negativas que terminam drenando nossa energia, mesmo que não nos demos conta.
Por isso, a principal tarefa da Psicologia do Desenho é identificar experiências positivas e usá-las na decoração da casa para reativar e fazer a pessoa se sentir confortável, proporcionando-lhe estabilidade emocional que necessita.

7 dicas para que sua casa se converta em seu ninho

1. Encontre seu próprio estilo.
Em muitos casos, as pessoas decoram suas casas seguindo os mandamentos da moda, que determinam qual é o estilo de decoração mais chique.
No entanto, eles nunca chegam a se sentir em casa e é provável que inserem elementos que reativem memórias ruins e lhes roubem energia.
Por isso, quando se trata de redecorar a casa, é importante criar seu próprio estilo, se cerque de coisas que realmente goste, que expressam quem você é e que você se sinta confortável.

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2. Confie em seus instintos
Muitas das experiências infantis foram registrados nas profundezas do inconsciente e, normalmente, não temos acesso a elas. No entanto, se manifesta através do que conhecemos como “instinto“.
Portanto, se uma peça lhe causa ótima impressão a primeira vista, essa peça pode desencadear emoções positivas no futuro.
E se você não gosta, não compre só porque está na moda, é provável que acabem reativando memórias ruins.
Neste sentido, um experimento muito interessante realizado na Universidade de Amsterdã revelou que, em matéria de decoração, é quase sempre melhor deixar que decida nosso inconsciente.
Eventualmente, nos sentiremos mais satisfeito com o resultado.

 

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3. Menos é sempre mais
Uma casa com um muitos móveis e decorações pode ser agonizante, tanto para aqueles que vivem nela como para os que a visitam.Neste tipo de casa é difícil descansar e encontrar a paz que deve transmitir uma casa.
De fato, um estudo realizado na Universidade de Princeton revelou que a desordem afeta nossa capacidade de concentração e limita os recursos do nosso cérebro para processar a informação que temos em nosso campo visual.
Por sua vez, gera um aumento de cortisol, o hormônio do estresse. Portanto, a chave para uma casa que gere tranquilidade consiste em apostar em menos móveis e ornamentos, mas que estes tenham uma importância emocional para você.

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4. Escolha as cores certas
As cores têm um enorme impacto sobre os nossos estados emocionais. Na verdade, demonstrou-se que as cores das paredes afetam o apetite e pode afetar profundamente nosso nível de energia.
Enquanto o vermelho e laranja nos dão uma dose extra de energia, cores como o cinza podem ser deprimente, enquanto o azul e o verde são calmantes.
Em todo caso, é mais conveniente pintar cada espaço em cores diferentes, dependendo do uso que você vai dar a eles.

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5. Elimine os detalhes que você não gosta
É provável ter em casa algumas coisas que desencadeiem memórias negativas ou simplesmente você não gosta.
Talvez seja um velho sofá ou uma mesa, por algum motivo, não gosta mais toda vez que o vê, desejaria que não estivesse ali.
Neste momentos o seu batimento cardíaco é alterado, embora quase não perceba. Seu coração para de bater regularmente e produz um pico, o que, somado ao estresse diário, acaba acumulando e passando a fatura para sua saúde.
Portanto, é melhor que você se livre de todos os itens que tem em casa e ativam constantemente sensações negativas que acabam drenando sua energia.
Assim você está há um passo de criar uma atmosfera mais serena.

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6. Aproveite o poder da natureza.
A natureza tem um efeito muito benéfico sobre a nossa psique e nossa saúde.
De fato, um estudo muito interessante na Kansas State University descobriram que plantas colocadas nos quartos de pacientes não só os fizeram usar menos analgésicos para a dor, mas também sentiram menos dor e fadiga e tiveram um estado de ânimo mais positivo, acelerando a recuperação.
Para esses benefícios, você não precisa transformar sua casa em uma selva, mas você pode colocar algumas plantas para ajudar a relaxar, transmitindo calma e serenidade.

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7. Crie boas vibrações
Busque em sua mente recordar de detalhes que lhe fazem sentir bem e desenham um sorriso em seu rosto, esses pequenos detalhes lhe fazem se lembrar de experiências positivas.
Depois de terminar a viagem em sua mente, você pode incorporar esses detalhes em sua casa, seja por meio de estilo, cor ou iluminação.

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Decoração estilo escandinavo: 7 dicas para adotar em casa

Você sabe o que é o estilo escandinavo, que se tornou tendência absoluta nos últimos anos? Ele é marcado por minimalismo, organização, tons neutros, linhas retas, uso de madeira e, acima de tudo, conforto.

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O minimalismo, muito presente no escandinavo, é a arte do “menos é mais”. Quem escolhe esta estilo, procura uma forma mais natural e descomplicada de decoração. Um mobiliário funcional, que supra as necessidades dos moradores e que se adapte às mudanças é suficiente, evitando os enfeites. Além do mais, o estilo corrobora para uma composição visualmente equilibrada, trazendo a sensação de limpeza e organização.

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Como surgiu a decoração escandinava?
Surgido no início do século XX nas regiões mais frias da Europa, ele se baseia nas características dos artesãos da Escandinávia, região que abrange Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca. O resultado do encontro entre móveis orgânicos e rústicos, com as cores neutras, que funcionam perfeitamente mesmo nas decorações mais modernas.

Como decorar no estilo escandinavo?

1) Tons neutros:
O inverno prolongado e rigoroso influenciou a maior parte do estilo escandinavo. A paleta de cores, que vai do bege ao cinza com destaque para o branco, está ligada aos dias com muitas horas de escuridão no norte da Europa. As superfícies, assim como o todo, são confeccionadas em tons neutros, fornecendo uma percepção de tranquilidade e leveza, além de auxiliar em uma melhor iluminação dos ambientes.

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As tonalidades pastel, como as candy colors, ou marcantes, como azul, vermelho queimado e verde acinzentado, podem ser aplicados em peças isoladas, sobressaindo na decoração. É possível brincar com as texturas e estampas em almofadas, tapetes, vasos, quadros, entre outros. Dessa forma, há uma quebra na neutralidade do ambiente de uma maneira elegante e atemporal.

2) Iluminação:
As colorações neutras ajudam a deixar os espaços mais claros, porém este não é o único recurso utilizado. As janelas largas e amplas facilitam a entrada de luz natural – junto com as paredes claras e os móveis de madeira, a combinação deixa a iluminação mais efetiva.

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3) Materiais:
A madeira em tons claros é outro destaque do escandinavo. Por trazer aconchego e conforto, o material está presente tanto no piso quando nos móveis. Considero o carvalho americano e o pinus os tipos ideais de madeira.
Além disso, o toque rústico e natural é marcante em todos os ambientes escandinavos. Nos estofados, os tecidos preferidos são linho, algodão e lã, pois são de origem artesanal.

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4) Revestimentos:
O design escandinavo pede atenção aos detalhes, afinal os elementos são aplicados do inicio ao fim do projeto. Por consequência, o revestimento mais utilizado é o tijolinho, tanto pintado de branco, como o natural em marrom, dando um ar mais campestre.

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5) Mantas e tapetes:
Remetendo mais uma vez ao clima frio das regiões de origem do estilo escandinavo, os tapetes de pelos trazem o calor para qualquer ambiente. Associado à madeira, a peça transforma o cômodo em confortável e agradável.
A manta, por sua vez, que se tornou tendência nesse inverno, também aparece em cima da cama ou até mesmo no sofá e nas cadeiras.

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6) Plantas:
Por estar conectado com os componentes naturais, incluir as plantas no décor combina perfeitamente aqui. Seja na sala, em cima da estante, na varanda ou, até mesmo, no banheiro, elas se destacam.
No meio das cores mais claras, as espécies funcionam como pontos coloridos estratégicos. O importante, ao optar por usá-las, é pesquisar quais os melhores tipos de plantas para cada ambiente do imóvel.

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7) Estilo escandinavo original e o brasileiro:
Apesar das inúmeras semelhanças, o design escandinavo passou por adaptações ao chegar no Brasil. Além da diferença de clima, a decoração sofreu mudanças para se adaptar à cultura brasileira. O primeiro aspecto alterado foi o desenho e posição dos quadros nos espaços. No estilo original europeu, os quadros escolhidos para esses ambientes são feitos em moldura fina com artes minimalistas e abstratas, e ao invés de serem apoiados soltos nos móveis, eles são fixados nas paredes.

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