Decorando com amor e com afeto

Para morar bem e viver  feliz, a gente não precisa do alinhamento perfeito, dos revestimentos mais caros, dos móveis mais incríveis do mundo. Por que não é isso que fará sua existência como ser humano ser melhor. E mais importante, não trará felicidade, e sim uma satisfação momentânea que logo se transforma em ansiedade, que consequentemente traz aquela sensação de vazio e o sininho do “preciso de algo novo” toca. Então porque não aproveitarmos o que já temos, como o chapéu, dando novas funções e trazendo exclusividade para o ambiente? 

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Para enfeitar uma parede, não precisamos comprar uma super obra de arte, e quem me acompanha aqui, sabe bem disso. Uso pratos, chapéus e cestas em vários cantos, quebrando muitos  paradigmas.

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Enxergar o que está “largado” em um canto qualquer, soltar a criatividade e executar pequenos projetos, dão uma satisfação enorme.

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É um exercício diário, mas confesso que vale muito a pena.

Quando olho a minha casa, e vejo cada coisinha que busquei no fundo do baú, ou sem valor, mas com enorme valor sentimental, colocada em lugar de destaque, me faz continuar aqui compartilhando que não precisamos de muito para sermos felizes.

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Já dizia Coco Chanel: “As melhores coisas da vida são de graça; as que vêm em segundo lugar são muito, muito caras.”

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